Cantares “Em memórias de Salomão”. à Palavras Nem só de palavras eu vivo mãos alegres para a carne. Mãos cheias de proibições carnais. Mãos com o escarlate do vinho. E a profundeza do sol. Palavras que voltam vazias. Palavras da vida e da morte. Palavras que descem a cova. Palavras como o mel e o brilho do sol. Por isso são palavras. à Perolas O meu rei é o tesouro oculto do sul e a minha paixão do norte. Diz ela a negra que é branca ornamentada de vinho e cheia do balsamo de Gileate. A ti cantarei dez canções ô amado meu e de darei a minha cura para o teu sangue. Perolas que são dois seios viçosos. O meu amado diz olho por olho e eu digo dente por dente... E todas saberão que há um Deus em Israel e Brasil si não me rejeitarem e na America si me olharem. Para que até nos confins da terra possamos está com o Criador. E assim festejar em El Salvador... As lagrimas das virgens me incomodam como o cheiro das profanações dos teus inimigos não ocultamente, pois...