poemas
Donzela
Eis mil virgens em uma donzela...
Que cheira e que toca e que senti...
Eis alheia como dura e que pauta...
E começa a caricia e começa a formigar...
E enfim como o homem devasso a entrar...
E sempre que dine diz canção...
E sempre que dine diz emoção...
E sempre que dine diz cansar...
E sempre que dine gozar...
E sempre que dine diz penetrou...
E sempre que dine diz sangrou...
Eis mil virgens em uma donzela...
Que cheira e que toca e que senti...
Eis alheia como dura e que pauta...
E começa a caricia e começa a formigar...
E enfim como o homem devasso a entrar...
E sempre que dine diz canção...
E sempre que dine diz emoção...
E sempre que dine diz cansar...
E sempre que dine gozar...
E sempre que dine diz penetrou...
E sempre que dine diz sangrou...
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