Machado
O poemas nas ocultas e poetas desnudas; na primavera e no balsamo no dia e no átrio...
Marche a vila de Zeus e marche a caminhada de Deus e caminhe na sonolência do "Pai"... Foi a divida de gratidão foi a enorme preocupação do que escreverei até ver seu tom de alarme e inumano de quebra... Durma mais uma vez em uns de meus poemas e nasça mas uma vez em mim o dom do poeta, para que jamais venha a ficar sem o sonho de um Pai e jamais eu venha a dizer e a viver que viva e nunca venha a dizer que venha satanás...
Pois tudo o que preciso está aqui perto de mim e tudo o que eu quero é como Emanuel e o meu poema viva e diga bendito seja Deus... Não na morte não na vida e não a ver e nem tão pouco ao ouvir foi como uma humilhação surda e cega e como um amigo que disse aqui não mas viva em mim o que tu mim ensinou então...
Pois os poemas são eternos e os poetas são sinceros e o verso e rima é completo e vive em cada um como quer e não pergunta onde vive e nem qual é a sua fé pois como um sonho está lá para alguém e como um louco jamais pode abraçar também...
Mas é esse o seu dom de compartilhar a ternura e ser inumo e quebra os ossos e morrer na sepultura e descanse em paz ó velho amigo e vá para o céu em paz e durma com os nossos pais e vá junto com Abraão que descobriu o Arcanjo Miguel e disse para ele tu eis meu Deus e não dormiu com satanás e nem o beijou e porque eu digo durma sem terror...
Pois do pó da terra voltou e conheceu sã e a salvo o nosso Deus o Senhor...
"Em memorias de Nauro Machado"...
O poemas nas ocultas e poetas desnudas; na primavera e no balsamo no dia e no átrio...
Marche a vila de Zeus e marche a caminhada de Deus e caminhe na sonolência do "Pai"... Foi a divida de gratidão foi a enorme preocupação do que escreverei até ver seu tom de alarme e inumano de quebra... Durma mais uma vez em uns de meus poemas e nasça mas uma vez em mim o dom do poeta, para que jamais venha a ficar sem o sonho de um Pai e jamais eu venha a dizer e a viver que viva e nunca venha a dizer que venha satanás...
Pois tudo o que preciso está aqui perto de mim e tudo o que eu quero é como Emanuel e o meu poema viva e diga bendito seja Deus... Não na morte não na vida e não a ver e nem tão pouco ao ouvir foi como uma humilhação surda e cega e como um amigo que disse aqui não mas viva em mim o que tu mim ensinou então...
Pois os poemas são eternos e os poetas são sinceros e o verso e rima é completo e vive em cada um como quer e não pergunta onde vive e nem qual é a sua fé pois como um sonho está lá para alguém e como um louco jamais pode abraçar também...
Mas é esse o seu dom de compartilhar a ternura e ser inumo e quebra os ossos e morrer na sepultura e descanse em paz ó velho amigo e vá para o céu em paz e durma com os nossos pais e vá junto com Abraão que descobriu o Arcanjo Miguel e disse para ele tu eis meu Deus e não dormiu com satanás e nem o beijou e porque eu digo durma sem terror...
Pois do pó da terra voltou e conheceu sã e a salvo o nosso Deus o Senhor...
"Em memorias de Nauro Machado"...
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