Poemas
O lixo
O lixo está nu como a sincera pratica do ser e como a carne da sua delicia e como o vinho de seu poder...
Venha cidade de Urde-las e venha cidade abelha para que na minha carne nasça o dom do poeta.
Seu lixo está derramado de escravidão sua vida está sangrando de seu poder como ulcera que põe aprova o homem e o gemido de uma mulher...
Cai no chão como fatio e cai no chão como aflito para nunca mais nascer.
Tia sinceras como posso me casar se estou nu e como posso mim casar se estou cru e como posso mim casar se não amo nenhuma mulher...
Tu eis um lixo como persona não grata como verme que viveu e como um sonho que diz aqui não Emanuel mais árido e quente dorme seu rato nos meios dos vivos...

Para ti
Nasça vento que sopra e venha vento que bate e mim faz a tocar e como gemido dessa cachorra e dessa paixão e dessa ladra que foi embora então minha mulher não morreu ela não é você...
Bate nas costas marítimas e bate no vento que sopra e dedico desde já está a você e falo logo mostra as pernas e o seio e mostra a cor e o peito e mostra a aberta e sua paixão e vai mostrando não deixa nada em vão. Para ti dedico meu amor e para com você uma flor e como donzelas do meu arem e como uma virgem que me quer bem eu digo nasça em um sonho este poema e seja atoar o gemido de um poeta e dura até que o vá a ti e é para ti...    

Servidão
Serve a te mesmo O Málio e Troia e serve a te mesmo seu devasso e sua senhora...
Porque de tantas mulheres escolheu devassidão e de tantos amantes seu Deus o Orgulho.
Pois caia a espada como um ladrão e caia a espada como um fatio...
E que caia até o céu que dine e que vá na rua como a doce primavera e caia nua a mulher que é donzela... Seja o primeiro a cair como sepultura desleal e como o filho do mau...
E Resgata o novo ser que ventou para mim viver e que bateu na angustia de um “Pai”...
Sirvam a si mesmos como alguém que está morto e o seu único trabalho é morrer em vão...

Vergonha
Não paro de o domar sem direitos em meu próprio corpo só penso em dar o golpe com a famosa tribulação e com todos os meus poderes os esmagando então feridos e trêmulos podem dizer louco...
Mas foi na tua terra mas tu não admirava e mas é uma em uma nova era mas tu não a deixava mas era um sonho então de esmago na terra com o meu poder.
Mas bombas e facões de esperam e então o sol quente e uma terra seca de aguarda e mas a morte fatal de espreita então o corpo de aço e com o poder sobre o terremoto e o furacão e o maremoto e fim da tua terra digam perseguição... Isso foi inveja e loucura e isso não foi doença mas sim descrença e já que eu não tenho moral alguma para falar espero que tu saiba nadar pois a tua terra estará no fundo do mar e o teu sol queimara a tua pele e o teu céu descera para de derreter e tua cama vai ser na paz a paz da morte que tinha deixado para mim...
  
   

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